Aquela que veio de azul e rosa sob o manto dos homens se foi.
Neste tempo aquela do manto poderia ter mudado o curso dos dias, mas não o fez!
Temeu por si e se protegeu com os ímpios.
Causou dor, muita, demais.
Permaneceu o tempo devido para servir de instrumento para que fatos ocorressem e seguiu seu caminho.
Deixou rastros, vestígios de seus atos.
Nada será mais da cor rosa, muito menos azul como o céu para aquela que não soube usar o manto.
Não importa onde vá!
...
Ainda mesmo que sua altura chegasse até ao céu e sua cabeça tocasse a nuvem,
Como seu esterco, ele perece para sempre, E aqueles que o viam, indagam onde ele está.
Como um sonho, ele voa, ninguém mais o encontra, Desaparece como uma visão noturna.
O olho que o viu, já não mais o vê, Nem o verá mais a sua morada
Deus desencadeia sobre ele o fogo de sua cólera Fará chover a dor sobre ele.
Os céus revelam seu crime, A terra levanta-se contra ele.
Tal é a sorte que Deus reservava ao mau E a herança que Deus lhe destina. Jô,20